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Carlos Henrique, Auditor-fiscal da Receita Federal
Carlos Henrique
Comentário · há 3 anos
Primeiramente, acho que você deveria deixar claro se o texto versa sobre a liberação da maconha ou de todas as drogas. Porque, embora o título do texto fale em liberação das drogas, pareceu-me que você não teve coragem de defender expressamente a liberação, ainda que controlada, de toda e qualquer droga. Pois bem, no tocante à maconha, tem países (ou estados dentro de países) que liberaram o consumo recreativo da mesma. Também tem gente séria, no Brasil e fora dele, que defende a liberação controlada. Argumenta-se que o uso da maconha não leva ao consumo de outras drogas e, com a liberação, tira-se o usuário do contato do traficante. Além, de claro, o Estado arrecadar com a venda da erva. Não tenho opinião formada sobre isso. Mas, obviamente, a liberação da maconha será controlada e esta será tributada, o que não eliminará de todo o traficante. Como todos sabemos, para fugir aos controles e tributação, falsifica-se, trafica-se e contrabandeia-se de tudo no país.
E quanto às demais drogas, como o crack, a cocaína, o LSD? Penso que a liberdade do art. 5º deveria seria aplicada ao caso se o viciado, depois de fumar tudo o que tem direito, fosse até o alto da montanha e se atirasse. Agora, para o indivíduo ficar nas cracolândias da vida, sem trabalhar, sem contribuir para a sociedade, vivendo como zumbi, como mendigos, praticando furtos e, por fim, demandando recursos de toda a sociedade para seu tratamento, penso que extrapola em muito o seu direito de fazer o que bem entender da sua vida. Sem contar que muitos bandidos acabam por utilizar drogas como meio de dar-lhes coragem para praticar seus crimes.
Carlos Henrique, Auditor-fiscal da Receita Federal
Carlos Henrique
Comentário · há 4 anos
Sr. José Roberto, concordo com o senhor, com o Dr. Leonardo Sarmento e com várias outras pessoas que se manifestaram e repudiaram o pré-julgamento de quem quer que seja. Embora não tenha formação jurídica, defendo com veemência o amplo direito de defesa de qualquer acusado, a prisão ou a supressão de direitos apenas após o trânsito em julgado da condenação, com as exceções de praxe. Concordo, também, que a imprensa cometa excessos, notadamente quando faz reportagens maliciosas, tentendenciosas, mentirosas, ou quando não dá o devido destaque á inocência de quem fora anteriormente acusado publicamente, o que, infelizmente, acontece com certa frequência. No entanto, penso que se quer jogar sobre a imprensa, de forma genérica, uma responsabilidade que não é dela. Se uma pessoa, no curso de uma investigação policial ou de um processo judicial, acusa alguém importante de alguma irregularidade ou crime, isso não é notícia? A imprensa, de posse desse fato (muitas vezes, vazado de forma irregular por alguém da polícia, Justiça, MP), deve ou não noticiá-lo? Eu não sabia nada sobre a denúncia envolvendo o Sr. Fernando Capez, até ler o artido do Dr. Sarmento. De pronto, acho absolutamente incipientes acusações como a narrada no artigo (o indivíduo é preso, acusado de algo e, simplesmente, cita o nome de alguém importante como beneficiário do tal esquema, sem, supostamente, apresentar provas ou indícios da acusação). No entanto, num caso desses em que o "acusado" é um deputado e a acusação envolve dinheiro público, a imprensa deve ou não divulgar? Penso que sim (obviamente, dentro da ética jornalística). E quanto às polícias e Ministério Público, qual a responsabilidade desses órgãos na exposição pública dos acusados/suspeitos e no pré-julgamento?
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